Toda a gente que me conhece sabe que eu sempre fui um zerinho à esquerda na linda e maravilhosa língua inglesa. É uma coisa que não escondo, mas que sempre me fez passar por muitas situações embaraçosa. É uma língua que quase todas as pessoas da minha idade dominam, nem que seja o básico. Eu era mais népias, nickles batatoides. Quando escolhi uma área ligada à comunicação esta história de não dominar a língua tornou-se além de embaraçosa absolutamente ridicula. Quande estive a fazer o estágio curricular, numa rádio portuguesa com grande nome, esta situação trouxe-me muitas situações que hoje me dão vontade de rir, mas que na altura me fizeram entrar em pânico. Como de uma vez que tive que gravar uma entrevista com um jornalista de um país (que já não me lembro qual) da Africa do Sul. Foi engraçado, lá nos entendemos, mas ainda hoje agradeço por aquele aparelho apenas gravar as respostas, sendo que ninguém ouviu o meu "inglês de Inglaterra".
Mas quando soube que tinha ficado com a vaga do meu actual emprego sabia que ia precisar mesmo de dominar o inglês. E no dia seguinte meti-me logo num curso de inglês. Fiz esse primeiro curso, melhorei, mas mal abriu um segundo, lá fui eu. E hoje a minha professora disse que eu tinha feito grandes progressos. E eu senti-me a voltar à primária, toda orgulhosa do meu trabalho e de ter ouvido um elogio. Além do curso, tenho a vantagem de todos os dias precisar de falar e ouvir inglês para trabalhar, o que me começa a dar alguma bagagem.
Por isso a mensagem é mesmo essa, trabalhar bastante, tentando sempre tirar partes positivas desse trabalho, e tudo vai correr bem!

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