quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Crónicas da "casa das bolachas"

Esta adaptação à casa nova tem sido engraçada, e acho que dava para escrever o início de um livro (lightezinho, tipo Margarida Rebelo Pinto – a tonta)

Primeira noite na casa nova, e depois de muitos “olhem não fechem a porta que ficam fechados na rua e precisam da chave para abrir”, e “muito menos deixem a chave por dentro na porta que aí então não há remédio”, claro que foi isso mesmo que aconteceu: fechadinhos na rua, sem chave, felizmente com telemóvel.
Também, eram 11h da noite. “Pai ficamos fechados na rua, podes vir cá com a chave sobresselente”. Ele já dormia, acordou sem saber em que mundo estava, mas lá veio. Mas antes da viagem de 20 minutos reparou que não tinha gasolina para a ida e volta. Lá foi encher o depósito. Mais um filme porque nunca tinha enchido ele próprio o depósito e não sabia bem como aquilo se fazia (tal pai, tal filha), mas claro que àquela hora os funcionários da bomba já estavam no sossego do lar, mas o homem é desenrascado, e com a ajuda do meu irmão lá se despachou!
Nós já a pensarmos que ia ser preciso partir uma janela, que ia ser um filme de todo o tamanho, eu com uma camada de nervos, só me apetecia chorar e branca como o papel, a pensar que logo na primeira noite tínhamos de partir vidros da casa do homem. Felizmente (obrigada santinhos todos) deu para pôr a chave por fora mesmo tendo a outra metida na parte de dentro da fechadura. Felizmente tudo se resolveu sem ser preciso chamar bombeiros, partir portas ou fechaduras!
Mas que primeira noite tão boa!

Deixem-se estar por aí que muitas outras virão

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