segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Acordar para o que realmente importa


Ontem passamos o dia todo amuados um com o outro. E honestamente não estava a ver nenhuma dar o braço a torcer. E depois recebemos a notícia da morte de o pai de um amigo e aí cai-nos tudo. Percebemos que é mesmo uma parvoíce perder um dia da nossa curta vida de costas voltadas, chateados, zangados por coisas tão pequeninas, tão insignificantes quando comparadas com o verdadeiro problema de se perder um pai, uma pessoa próxima ou um amigo. É a única coisa que não tem solução, que não tem um retorno. Somos todos uns bonecos que andamos numa correria no dia-a-dia. E vamos lá trabalhar, e vamos lá limpar a casa toda, e vamos lá despachar-nos para irmos dormir que amanhã é outro dia, e esquecemo-nos de olhar com “olhos de ver” para as nossas pessoas, aquelas que temos ao nosso lado, e que as queremos ter para toda a vida.  Às vezes precisamos mesmo de um abanão, e o pior é que a vida encarrega-se mesmo de o dar!

2 comentários:

  1. Muito verdade! Foi um abre-olhos necessário. E nós precisamos de muitas vezes que nos chamem à realidade. Acabamos, muitas vezes, por desvalorizar o que é realmente importante e damos importância demasiada ao que não interessa, aos bens materiais. Beijinhos

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  2. É mesmo Pieces, há que acordar para a vida, todos os dias.

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